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terça-feira, 21 de maio de 2013

Escola Dr. Esteves da Silva



             A escola Dr. Esteves da Silva é considerada um dos mais antigos estabelecimentos de ensino do Estado de São Paulo. Fundada em 1º de Julho de 1896, surgiu primeiro Grupo Escolar na história de Ubatuba, conta, portanto, com mais de 120 anos de existência, vividos por diversas gerações ubatubenses.
A escola iniciou o atendimento aos estudantes da primeira à quarta série do antigo primário, hoje classificada como Ensino Fundamental I. Ao longo dos anos passou por diferentes mudanças, oferecendo Ensino Fundamental Regular ao Ensino Médio.
 Atualmente ela trabalha com Ensino Fundamental regular, ciclo I e II, e Fundamental II EJA – Ensino para Jovens e Adultos. Hoje ela comporta uma média de 600 alunos matriculados que são distribuídos em três períodos: Manhã, 07:00 às 12:20h; tarde 13:00h à18:20h e noite das 19:00h à 23:00h.
Cerca de 600 alunos matriculados nesta instituição de ensino, 15 alunos são de Inclusão, que são atendidos no contra turno na sala de recursos por pedagoga especializada.
A escola fica situada no centro da cidade, Rua Jordão Homem da Costa, nº02. Para contatos o CEP é 11680000 e os telefones são: 38321326 - 38327086 e o email: eedrestevesdasilva@gmail.com.


CARACTERIZAÇÃO DO PRÉDIO

O prédio possui uma arquitetura antiga do tipo colonial do século XIX. Ela está localizada no centro da cidade, cercada por residências e à margem do Rio Grande. O prédio foi construído em 1896, passando por várias reformas ao longo do tempo. Visto que o pé direito do prédio é alto com janelas grandes e altas do estilo colonial, propiciam um ambiente com boa iluminação e ventilação.
              A Instituição possui no seu interior, oito salas de aulas, com capacidade de receber 32 alunos por sala de aula, possui ainda uma sala de informática, uma sala de recursos, que atende alunos de inclusão e uma sala de leitura (biblioteca).
             No Administrativo, a escola possui uma sala de direção, uma sala da secretaria, uma sala da coordenação e a sala dos professores.
             Na parte externa fica o pátio e o refeitório bem espaçoso, uma cantina, um palco para apresentações e na parte de trás da escola possui duas quadras poliesportivas. 


SUA HISTÓRIA
                                                                                                                                    

            Desde a criação desse Educandário Estadual, passando por diversas gerações, E.E. Dr. Esteves da Silva vem há mais de um século  dar a seus alunos aquilo que de melhor dispõe no sentido de prepará-los para a realidade desta sociedade competitiva em que hoje vivemos.
Através dos anos, o esforço empregado e a dedicação marcaram a história desta escola. Conquistas e ideais foram atingidos em prol da comunidade Ubatubense, orientados e disciplinados pelos profissionais que compôs e que ainda compõem esta estrutura Educacional.





A filosofia e a responsabilidade para com os seus alunos que aqui estudaram, estudam e os que por ventura estudarão; estarão acima de qualquer preço. Trabalhando e questionando pela qualidade jamais pela quantidade, demonstrando assim; exemplos de seriedade e competência.




A ESCOLA É CONSIDERADA UM DOS MAIS ANTIGOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO DO ESTADO DE SÃO PAULO



Sua criação foi por iniciativa do Prof. Francisco de Paula Cortez, alavanca principal no esforço empregado, o que finalmente por Decreto de 1º de Julho de 1896, surgia o primeiro Grupo Escolar na história de Ubatuba, conta, portanto, 116 anos de existência, passando por diversas gerações ubatubenses.
Sem perder tempo, seus idealizadores instalaram o estabelecimento no dia 18 do mesmo mês e ano, que a princípio contava apenas com a seção masculina.
O prédio em que foi instalado o Grupo Escolar e onde funcionou por muitos anos, pertencia a D. Joana Rosa dos Santos Nobre, que alugou a prefeitura por falta de possuir espaço próprio.
Logo após a sua criação e instalação, por força de um simpático movimento popular, a Escola passou a se chamar “Grupo Escolar Dr. Esteves da Silva”, homenagem ao Dr. João Diogo Esteves da Silva, médico humanitário, político de grande prestígio, pessoa que se destacou na época, em todos os aspectos da vida ubatubense, sendo inclusive, fundador do primeiro jornal da terra “Ecco Ubatubense”.
O prédio da escola era o Solar dos Pires Nobre, como fora dito, alugado pela prefeitura, era antigo, amplo e saudável, com características colonial de amplos beirais e vergas arqueadas. A chácara era um ponto atrativo pouco comum, localizada no extremo norte da Rua Salvador Correa e
que hoje é Jordão Homem da Costa, em frente ao Rio Grande que desemboca para o mar em grandiosa curva e que refletia a silhueta do velho edifício. Havia palmeiras imperiais, mangueiras e cambucazeiros compondo sem dúvida um recanto maravilhoso.
Em 1910, o prédio e a chácara, finalmente foram adquiridos pelo Governo do Estado por escritura pública, lavrada nas Notas do 7º Tabelião de Estado de São Paulo.
Com o passar dos anos, infelizmente o prédio não resistiu à ação do tempo. Em 1943 foi demolido dando lugar ao atual que abriga a Escola até hoje.



QUEM ERA DR.ESTEVES DA SILVA?




Dr. Diogo Esteves da Silva, era um  ilustre personagem que se destacou em todos os setores da vida ubatubense.
Nascido no Rio de Janeiro, em nove de fevereiro de 1848, cursou o Colégio D. Pedro II, para em seguida matricular-se na Faculdade de Medicina, pela qual se diplomou em 1879, defendendo a tese – DOS CASAMENTOS SOB O PONTO DE VISTA HIGIÊNICO.
Por motivo de saúde, o Dr. Esteves fixou residência em Ubatuba e se casou com D. Maria Gonçalves Pereira.
Aqui, médico e professor, fundou a escola noturna do “Ateneu Ubatubense”; além da monografia UBATUBA-MÉDICA e o primeiro jornal “Ecco Ubatubense”. Exerceu várias vezes o mandato de vereador municipal e foi eleito deputado estadual.
Infelizmente, a morte o levou muito cedo em São Paulo no 21 de novembro de 1901.









Seja bem-vindo à Família Esteves












           

            





     


               PAINEL DE EX-ALUNOS                     
                              




 




domingo, 13 de janeiro de 2013

 SOBRADÃO DO PORTO


  por Lili Rebuá


 acervo iconográfico da Arq. Cristina Cavalheiro 

O Sobradão do Porto foi concluído em 1846 por Baltasar da Cunha Fortes. Uma construção colonial, riquíssima em detalhes arquitetônicos. Nesta época, Ubatuba viveu a ascensão econômica com a abertura do porto.
            Além de moradia de Baltasar, o Sobradão funcionava comercialmente como mercado alfandegário. Por ele passavam diversos produtos de toda região que seguiam exportados. Com abertura do Porto de Santos, Ubatuba vive a sua primeira decadência econômica e encerra as suas atividades exportadoras.
            O Sobradão ficou fechado durante um longo período. Em 1930 se transforma em hotel. Mais tarde é comprado por Félix Guisard, industrial de Taubaté, que utilizou como residência de veraneio. Guisard trouxe muitos benefícios para a cidade, desde a primeira colônia de férias para os funcionários de sua indústria têxtil de Taubaté até a iluminação pública do município.
            Na administração Benedito Rodrigues houve a desapropriação do prédio, que já havia sido tombado anteriormente. O prefeito Pedro Paulo Teixeira Pinto promove a restauração e cria, em 1987, a Fundação de Arte e Cultura (Fundart), abrigada no Sobradão do Porto. Seu primeiro presidente foi o escritor Flávio Girão, que transformou-se em local sagrado da preservação da história e das manifestações culturais. Hoje o Sobradão do Porto passa por um processo de manutenção e restauração, funcionando parcialmente para visitações públicas.Parte de suas atividades culturais foi dividido entre o Casarão e o antigo prédio do Fórum. Quem quiser conhecer e ver de perto seus belíssimos detalhes, fica na Praça Anchieta, 38, centro.



"Trata-se de um edifício interessantíssimo tanto do ponto de vista histórico, como arquitetônico, de caráter apalaçado. É tradição que seu traço e cantarias vieram trazidas de Portugal.” 

– Mário de Andrade




sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Ubatuba, O verão Começa Aqui...



Ubatuba é o portal do verão para todo o hemisfério sul. Se você observar a trajetória do Trópico de Capricórnio no mapa, verá que ele se encontra em sua rota imaginária ao redor do globo, com a cidade de Ubatuba. Assim sendo, todos os anos, no solstício de verão, suas praias recebem os primeiros raios solares no hemisfério sul, consagrando a frase: “ Ubatuba, o verão começa aqui”. Assim, o sol oferece em Ubatuba um espetáculo privilegiado, um dos cenários mais primorosos da aurora do verão de nosso litoral.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Crônicas da cidade

      Crônicas da Cidade, trata-se de pequenas estórias ubatubenses, retratados pelos nossos ilustres autores que através dos seus relatos, conseguem transmitir com humor, uma Ubatuba nos tempos mais remotos e uma Ubatuba nos tempos atuais.



As Bananas


                                                                                                              Ilust: Maria Edna de Souza
     
            -Maria, vá buscar umas bananas pra gente assar.
      Era meu pai que mandava, pois na época ele já era um comilão daqueles. Também o nosso jantar ficava infalivelmente pronto ás dezoito horas, e as vinte e uma, já dava aquela vontade de comer de novo. Ainda mais com aquele friozinho irritante...
      Maria era eu, uma magricela de oito anos que já sabia fazer o serviço de casa, inclusive destroncar o pescoço daqueles frangos gordos, bonitos, que dava um trabalho para pegar.
       Só, à tardinha, quando a galinhada procurava o galinheiro bem fechado, por causa das raposas e gambás, é que a gente conseguia.
      Eu protestei, pois já  estava muito escuro e a dispensa era longe.
     -Menina, disse ele, onde já se viu, uma moça do seu tamanho com medo de quê? Lobisomem? Mula sem cabeça? Ora , isso não existe.
Mas eu já tinha ouvido muitas conversas dos colonos, coisa de arrepiar os cabelos.
E o sino que se ouvia à meia-noite em lua cheia de sexta-feira? E os gemidos dos escravos, que o tio avô de papai maltratava, pois a fazenda havia sido dele.
            Lá fui eu, lamparina numa das mãos, e a outra em concha, para que a chama não se apagasse com todo aquele vento que entrava pelas telhas vãs e pelas frestas do assoalho, por onde caía toda sorte de objetos: tesouras, talheres, botões, moedas, até meu espelhinho com moldura dourada, que o meu irmão conseguiu empurrar pela fresta maior.
            E fui avançando na ponta dos pés pela sala de jantar, depois por aquele enorme salão, o mais feio, comprido, maltratado, que ficava nos fundos da casa e dava acesso á cozinha. Virando à esquerda, desci dois degraus da despensa tijolada com janelas que tinham barras de madeira, por que não sei, pois dava para um pátio tão alto, que só um gigante alcançaria.
            Voejavam alguns morcegos, mas esses eu conhecia de longa data. Tremendo toda e preocupada para que não se apagasse a luz, comecei a ouvir um ruído que me pareceu horrível. Que seria, meu Deus? E vinha do canto mais escuro da despensa. Lá se ouvia de tudo: um forno á lenha, onde minha mãe preparava o nosso pão, uma vez por semana; postas de toucinho salgado e lingüiças em gomos penduradas num varal de bambu; prateleiras cheias de sabão feito de barrigada de porco, cinza e soda; cachos de bananas, agasalhados em palha de milho, para que amadurecessem logo; ferramentas e muitas coisas mais, uma verdadeira parafernália.
             O ruído aumentava, e com ele o meu pavor, suava frio, meus dentes batiam, mas enfrentei o monstro muito devagarinho, quando a chama da lamparina atingiu o jacá, no cantinho escuro, vi a coisa mais linda, para os meus olhos acostumados com tudo o que se referia á vida na roça.
              Uma galinha carijó, dormindo e a cabecinha do pintinho emergindo por entre as penas da asa de sua mãe, com olhinhos brilhando, olhando para mim e piando muito de mansinho, como a pedir que não o incomodasse. Senti uma ternura tão grande, uma emoção fortíssima que fez brotarem lágrimas nos olhos.
               Saí devagarinho, pensando na vida. Logo, logo o pintinho viraria um frangão, esqueceria a mãe, iria ciscar lá longe no fundo do pomar, para mais tarde entrar na panela.


 Dirce Marangoni
           

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Amor Ubatubano



                                Mulher que tanto mudou para se ver moderna,
                                Arranhando a beleza que parecia eterna.
                                No triste olhar da linda menina,
                                Onde procuro a graça do olhar de Idalina.

                                              Ás vezes brigo comigo,
                                              Procurando nosso amor amigo.
                                              Onde estarão teus nascentes solenes,
                                              Nossos amores em noites selenes.

                     Das tuas areias lembro a alvura,
                     Dos teus rios a água pura.
                     Riquezas que pareciam perenes,
                     Estragadas, por mais que encenes.

                                              Ás vezes brigo comigo.
                                              O que faço desse amor antigo,
                                              Gritado em versos e maresia,
                                              Rasgado em dor e poesia
                                                                                      (Carlos Rizzo)



Carlos Augusto Rizzo mora em Ubatuba desde 1980, sendo marceneiro e escritor. Como escritor, publicou "Vocabulário Tupi-guarani", "O Falar Caiçara" em parceria com João Barreto e "Checklist to Birdwatching". Montou uma pequena editora que vem publicando suas obras e as de outros autores.


















terça-feira, 19 de julho de 2011

Índio Quer nascer


ÍNDIO QUER NASCER

Autor: Bado Todão


Tatear o chão com os pés
Nus
Brilho de lua minguante
Guariterés, guaxis
Guaranys tupis
Guajurús
Cabisbaixo guecha
Condor ou urubus
Mim quer ocara
Não segue guaruçá
Guaxinim, saracura
Abil, pedra dura.
Rio corre tuba
Amboré, tié, bemtevi
Cara pintada
Pitanga, penas de coli
Rabo de lagarto, 
Nem casa nem “asfarto”.


(Bado Todão é poeta e ator, nascido na Picinguaba, Ubatuba - SP)

sábado, 9 de julho de 2011

Conheça as superstições ligados ao ato de comer

FOLCLORE NA ALIMENTAÇÃO

No passado não muito distante, as superstições em torno da alimentação eram um tanto exóticas e curiosas. Numa pesquisa sobre hábitos alimentares no folclore brasileiro; o casal de jornalista (Celso e Giselda), da extinta revista Igaraty, deparou com estas pérolas. E entre as superstições ainda presentes nos lares mais tradicionais, destacam-se as seguintes:


*Comer despido, ou sem camisa, é ofender o Anjo da Guarda.

*Comer com chapéu é comer com o diabo.

*Quando cai comida no chão, da boca ou do garfo, é sinal de parente passando necessidade.


*Donzela não serve sal, não corta galinha nem passa palitos.

*Recebe-se o prato com a mão direita e devolve-se com a mão esquerda: a direita é benção para o prato cheio, a esquerda é maldição para o prato vazio.

*Não se passa o sal, que deve ser colocado sobre a mesa, à frente de quem o pediu.

*Beber sobra do copo dá conhecimento dos segredos de quem deixou a bebida.

*Terminando a refeição, coloca-se o guardanapo aberto sobre a mesa, para o convidado voltar.

*Farinha no chão é prenuncio de fartura.

*Engasgar com saliva significa fome velha.

*Mulher não deve beber vinho primeiro do que os homens.

*Mesmo que haja convidado à mesa, o primeiro bocado é dado ao dono da casa, para não desejar sua morte. Se ele recusar, o perigo passou.

*Donzela não pode ficar na cabeceira da mesa, que não casa.

*Dinheiro em mesa de comida provoca miséria.

*Treze pessoas na mesma refeição determinarão infelicidade. Dentro de um ano morrerá um. O primeiro que deixar a mesa ou o último que se levantar.

*Só uma pessoa deve mexer a panela, para não tirar o sabor do prato.

*Não se bate na beira da panela senão míngua o de-comer.

*Não se prova mais de três vezes, senão o almoço fica insosso.

*Quando se espreme limão, é importante não deixar cair caroço na comida, pois dá azar ou fome canina.

*Inchar as bochechas, quando o arroz ferve, ajuda a fazê-lo crescer.

*Não se conta o que está na panela, faz diminuir a comida.

*Fogo aceso com papel queimado não segura o gosto do tempero.

*Deve-se lavar as duas mãos, uma só é mau agouro.

*Em dia de chuva caldo não engrossa.

*Para proteção da cozinha, o melhor é uma imagem de Santo Onofre, de costas para o devoto, rodeado de grãos de feijão e farinha de mandioca.Assim, não faltarás comida.


Pesquisa realizada em Ubatuba por: Celso Nogueira e Giselda Gottsfritz




quinta-feira, 30 de junho de 2011

Crônicas da Cidade


Crônicas da Cidade, trata-se de pequenas estórias ubatubenses, retratados pelos nossos ilustres autores que através dos seus relatos, conseguem transmitir com humor, uma Ubatuba nos tempos mais remotos e uma Ubatuba nos tempos atuais.


Só Tem Corvina!!!

Por Fátima Aparecida de Souza

            Nos anos quarenta, o mundo se via às voltas com a segunda guerra mundial.  Por aqui, isso era conversa para intelectual e político que sabia ler e escrever.
            O dia estava amanhecendo. Depois de pescar a noite toda, já era hora de regressar. A canoa abastecida de corvina; deixava meio desanimado; os dois pescadores que torciam pela pescaria de outros peixes de melhor aceitação, uma vez que a corvina era tanta que ninguém mais agüentava falar sobre ela.
            Estavam lá pelos lados das Couves; lugar de peixe grande e de mar perigoso.
            Tibúrcio, que remava na proa da canoa, gritou para o companheiro: - Marciano, olhe a tintureira, se deite na canoa ela ta vindo pra cima de nóis!
            Foi então que o mar se abriu, jogando água para todos os lados. Tibúrcio também se jogou na canoa, para que esse medonho cação não o visse, uma vez que acreditava que a tintureira caça suas vítimas pela sombra refletida na água.
            Como que por milagre, um enorme peixe de aço boiou na frente dos dois. Era um submarino japonês.
            Do casco do navio abriu-se uma escotilha. Um homem apareceu e começou a acenar para os amedrontados pescadores. Não vendo resultado gritou o japonês: - Banzai San!!! Marciano passou a mão num peixe, ergueu-se na canoa e gritou de volta:- Só tem corvina!!!

Juíza usa sua própria história para desmascarar as falácias da tão propalada meritocracia.


Símbolo da resistência

Ana Júlia discursou na quarta-feira (26) na tribuna da Assembleia Legislativa do Paraná para defender a legitimidade das ocupações de escolas como forma de luta pela qualidade da educação pública.
Segundo a ombudsman da Folha, uma espécie de ouvidora que atua sob a perspectiva dos leitores do jornal, a cobertura da imprensa é tímida para a dimensão da luta dos estudantes contra a reforma do ensino médio (MP 746) e contra a PEC 55 (antiga PEC 241) que congela investimentos na educação por 20 anos.

Do Canal O Mundo segundo Ana Roxo


Explicações simples para assuntos complexos 

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