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terça-feira, 7 de junho de 2011

Artesanato Tradicional



Por Lili Rebuá


Existem muitos de artesãos em Ubatuba, produzindo entalhe, trançado, cestaria e escultura em madeira. Os mais tradicionais utilizam cores vivas sobre peças de cerâmica ou madeira que modeladas e estruturadas com as mesmas formas desenvolvidas por seus antepassados, resultam em trabalhos mais vibrantes e alegres.


O comércio local é mais concentrado nas lojas do centro e nos “sertões” em pontos estratégicos por todo município.Ubatuba vem participando de feiras e exposições em vários Estados do Brasil, expondo seus trabalhos desenvolvida por várias gerações caiçara.



CESTARIA - Tamanhos variados com finalidades diferentes, os cestos são feitos de taquara, imbé e palha em tramas abertas ou fechadas dependendo da inspiração de quem faz. Em cada bairro há um tipo de trabalho. No Sertão da Quina a trama trabalhada é aberta e leve. No Sertão do Araribá,Almada e Ubatumirim, o trabalho e exclusivamente o cesto grande ou pequeno. No Ipiranguinha o forte é a peneira e no Perequê-Açú, as trabalhos é basicamente as cestinhas com tampa e abajures de vários modelos.


TRANÇADO - Os trabalhos trançados da região podem ser encontrados no Sertão da Quina, Toninhas, Itaguá, Morro das Moças, Marafunda e Ipiranguinha. O trançado feito de imbira é extraído da mata exigindo esforço no corte e o processo de secagem acabam encarecendo o trabalho. No mangue são extraídos a palha e a taboa e o resultados são porta-vasos, tapetes, redes etc.






MADEIRA - No bairro Casanga são encontrados facões, foices, machados, gamelas, trabucos, machados, pilões e móveis rústicos. Enfim o artesanato em madeira ubatubano é basicamente composto em madeira - Os temas geralmente são inspirados na natureza, como as flores e animais.As imagens de santos são feitas em guacá, bicuíba, louro, cajarana e guairana. No bairro do Taquaral você pode encontrar esculturas, entalhes e móveis rústicos.


ARTESANATO INDÍGENA - Há mais de 40 anos os índios guaranis expõem seus trabalhos artesanais na rodovia Rio-Santos, próximo à cachoeira do Promirim. São produtos como balaios, cestos, arco-e-flecha, machadinha, chocalhos, colares de penas, conchas e contas, utilizando o cipó, o imbé e a taquara. Recentemente a Prefeitura de Ubatuba vem analisando em conjunto com os índios da Aldeia Boa Vista, um projeto de aproveitamento do potencial da aldeia. A ideia é criar um receptivo turístico para a visitação do local e comercialização do artesanato ali produzido. A construção de um pequeno açude também servirá como atração.

Juíza usa sua própria história para desmascarar as falácias da tão propalada meritocracia.


Símbolo da resistência

Ana Júlia discursou na quarta-feira (26) na tribuna da Assembleia Legislativa do Paraná para defender a legitimidade das ocupações de escolas como forma de luta pela qualidade da educação pública.
Segundo a ombudsman da Folha, uma espécie de ouvidora que atua sob a perspectiva dos leitores do jornal, a cobertura da imprensa é tímida para a dimensão da luta dos estudantes contra a reforma do ensino médio (MP 746) e contra a PEC 55 (antiga PEC 241) que congela investimentos na educação por 20 anos.

Do Canal O Mundo segundo Ana Roxo


Explicações simples para assuntos complexos 

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