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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Espiritualidade

Nós viemos de um mundo, onde a intuição dos nossos sentimentos nos leva a amar e respeitar o próximo. Trazemos conosco  sentimentos e ensinamentos que aprendemos através das nossas existências mais remotas....



   

Existem pessoas que não dão importância para esta voz que ecoa o tempo todo dentro de nós, mas é ela que nos leva ao mundo do qual somos provenientes e até mesmo sobreviventes. Não devemos fazer julgamentos a pessoas pelo lugar que vive ou sobrevive. As diferenças existem apenas para podermos aprender a trocar conhecimentos entre os povos e assim avançarmos cada vez mais para direção que nos leva ao caminho universal de Deus, que criou o céu e a terra para unificá-la através da paz e do conhecimento. Por isso a necessidade da união entre as diversas culturas contidas durante séculos e séculos no mundo com um todo.
A terra criada por Ele, nós conhecemos bem, ou quase, mas o céu criado por Ele, só os que buscam a espiritualidade divina é que vão conhecer.
 Espiritual? Invisível?  Quem somos nós enquanto dormimos? E mais adiante quando morremos?
A fé, a sensibilidade e a intuição é que medem o grau da crença que estão dentro de nós; são eles que  indicam de que mundos especialmente viemos.  
No recôndito da alma está guardada a nossa essência que trazemos na vida após vida e assim vai se somando ou subtraindo, depende de que lados vão direcionar nossas escolhas.
Forças do bem e do mal brigam para ganhar nossa espiritualidade, e nesta guerra nós é que somos a moeda a ser disputada.
Aqui na terra, se nós prestarmos: o bem nos liberta, do contrário: o mal nos leva.
Os anjos bons e maus duelam pelas nossas escolhas e, não devemos perder a noção de que estamos aqui somente de passagem. O nosso desempenho diante de Deus nos indica quem somos nós através dos nossos sentimentos humanos.
Saibamos ouvir aquela voz dentro da gente nos inspirando sempre para o nosso fortalecimento espiritual e sejamos temerosos para o outro tipo de voz que possa nos encaminhar ao ardido fogo eterno do inferno. .

                                                      Lili Rebuá

Juíza usa sua própria história para desmascarar as falácias da tão propalada meritocracia.


Símbolo da resistência

Ana Júlia discursou na quarta-feira (26) na tribuna da Assembleia Legislativa do Paraná para defender a legitimidade das ocupações de escolas como forma de luta pela qualidade da educação pública.
Segundo a ombudsman da Folha, uma espécie de ouvidora que atua sob a perspectiva dos leitores do jornal, a cobertura da imprensa é tímida para a dimensão da luta dos estudantes contra a reforma do ensino médio (MP 746) e contra a PEC 55 (antiga PEC 241) que congela investimentos na educação por 20 anos.

Do Canal O Mundo segundo Ana Roxo


Explicações simples para assuntos complexos 

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