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quinta-feira, 30 de julho de 2015
quarta-feira, 29 de julho de 2015
segunda-feira, 27 de julho de 2015
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Luso-fusco
No luso-fusco de um Domingo tranquilo, os cachorros do vizinho principiaram um bate-boca entre eles que estimularam outros tantos a entrar na discussão, ... E o ruído canino se estabeleceu...
Esvaindo-se em segundos, a transição arriou-se, e a noite, sabiamente o pôs pra dormir...
No entanto, a discussão prosseguiu sem parar e, sem perceber a nuance que acabara de acontecer...
Outra luz... Mesmo som...
Lili Rebuá
domingo, 19 de julho de 2015
Pitada poética de Fernanda Melo
Um mergulho em si mesma...
Fernanda Mello é natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Começou a escrever ainda na escola onde participava de concursos de redação. Tornou-se conhecida através de seu blog “Coração na Boca”, criado no ano de 2003 onde escrevia poemas, frases e crônicas.
Fernanda é também compositora de músicas gravadas por diversos cantores, entre eles, a banda Jota Quest, Vanessa Camargo e Negra Li. Entre sua músicas destacam-se “Encontrar Alguém”, “O Que Eu Também Não Entendo”, “A Gente”, “Mais Uma Vez” e “Só Hoje”.
Depois do blog, suas crônicas e poemas foram reunidos no livro “Princesa de Rua”, lançado em 2010. As frases do livro logo se espalharam pela internet, o que gerou grande divulgação de seu trabalho. A escritora lançou o livro infantil, “O Menino que Queria Abraçar o Mundo” (2013), “O Amor na TPM” (2015) e “Amar é Punk” (2015).
domingo, 12 de julho de 2015
Mandalas em CD reciclável
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Pitada poética de Carlos Drummond de Andrade
arlos Drummond de Andrade nasceu dia 31 de outubro de 1902 em Itabira do Mato Dentro, no interior de Minas Gerais.
Descendente de uma família de fazendeiros tradicionais da região, Drummond foi o nono filho do casal Carlos de Paula Andrade e Julieta Augusta Drummond de Andrade.
Desde pequeno Carlos demonstrou grande interesse pelas palavras e pela literatura. Em 1916, ingressou no Colégio em Belo Horizonte.
Dois anos mais tarde, foi estudar no internato jesuíta no Colégio Anchieta, no interior do Rio de Janeiro, Nova Friburgo, sendo laureado em “Certames Literários”.
Em 1919, foi expulso do colégio jesuíta por “insubordinação mental” ao discutir com o professor de Português. Assim, retorna a Belo Horizonte e a partir e 1921 começa a publicar seus primeiros trabalhos no Diário de Minas.
Formou-se em Farmácia na Escola de Odontologia e Farmácia de Belo Horizonte, porém não exerceu a profissão.
Em 1925 casou-se com Dolores Dutra de Morais, com quem teve dois filhos, Carlos Flávio (em 1926, que vive apenas meia hora) e Maria Julieta Drummond de Andrade, nascida em 1928.
Em 1926, ministra aulas de Geografia e Português no Ginásio Sul-Americano de Itabira e trabalha como redator-chefe do Diário de Minas.
Continuou com seus trabalhos literários e em 1930 publica seu primeiro livro intitulado “Alguma Poesia”.
Um de seus poemas mais conhecidos é “No meio do caminho”. Ele foi publicado na Revista de Antropofagia de São Paulo em 1928. Na época, foi considerado um dos maiores escândalos literários do Brasil:
“No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
Tinha uma pedra
No meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
Na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
Tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra.”
Trabalhou como funcionário público durante grande parte de sua vida e se aposentou como Chefe de Seção da DPHAN, após 35 anos de serviço público.
Em 1982, com 80 anos, recebeu o título de “Doutor Honoris Causa” pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
Drummond faleceu em dia 17 de agosto de 1987 no Rio de Janeiro. Morreu com 85 anos, poucos dias após a morte de sua filha, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade, sua grande companheira.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Pepe Mujica, o Presidente mais pobre do mundo
Aprendi que, se você não consegue ser feliz com poucas coisas, não conseguirá ser feliz com muitas coisas.
domingo, 5 de julho de 2015
sábado, 4 de julho de 2015
sexta-feira, 3 de julho de 2015
A Paz do Sonho
Esta poesia foi premiada no concurso de poesia da Fundart. A letra foi adaptada para música composta pelo meu parceiro Giasone. A ilustração é um desenho de minha autoria que guardei desde dos anos 80. A poesia original chama-se "Sonhar em Paz".
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| Ilustr. Lili Rebuá |
Esta noite eu sonhei
com um barquinho de papelão
Ele partiu rasgando o mar devagarinho
Ficou distante nas águas sagrada
de Iemanjá..Ah, ah, ah...
Oh, oh, oh…
Foi sumindo,
sumindo,sumindo,sumindo,
sumiu!!!
Depois o sol foi surgindo
assim bem de mansinho
Entre as gaivotas e os coqueirais
Ele tingiu o mar tão devagarinho
De vermelho as águas sagrada
de Iemanjá...Ah, ah, ah…
Oh, oh, oh…
Foi surgindo,
surgindo,surgindo,surgindo,
surgiu!!!
Esta noite eu sonhei,
mas esta noite eu sonhei
Esta noiteeu sonhei com um
barquinho de papelão
Ah, ah, ah...
Oh, oh. oh…
Letra e música: Lili Rebuá
A obra A Paz do Sonho foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada.
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Human’ é filme único pela eloquência dos depoimentos
Por Mari Weigert, jornalista e editora responsável do site PanHoramarte
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| Eu sou apenas um, dos sete bilhões de pessoas que vivem na Terra. Venho fotografando o planeta e diversidade humana por 40 anos e tenho a impressão de que a humanidade não avança. Nós nunca conseguimos viver juntos em harmonia. Por que?”. Essa foi a pergunta básica que impulsionou Bertrand a desenvolver o projeto ‘Human’ (Humanos). “Eu procurei a resposta no homem e não nas estatísticas ou estudos”. "Click no texto para ver os depoimentos completos" |
Símbolo da resistência
Ana Júlia discursou na quarta-feira (26) na tribuna da Assembleia Legislativa do Paraná para defender a legitimidade das ocupações de escolas como forma de luta pela qualidade da educação pública.
Segundo a ombudsman da Folha, uma espécie de ouvidora que atua sob a perspectiva dos leitores do jornal, a cobertura da imprensa é tímida para a dimensão da luta dos estudantes contra a reforma do ensino médio (MP 746) e contra a PEC 55 (antiga PEC 241) que congela investimentos na educação por 20 anos.
Do Canal O Mundo segundo Ana Roxo
Explicações simples para assuntos complexos
Beautiful!! Muy Bueno! Very nice! Very cool ! Bravo. :)
Seasons from Erica Haowei Hu on Vimeo.





















